Funilaria · Pintura · Martelinho · Para-choque
Quando o dano passou do acabamento e chegou na chapa, é aqui que resolve. A funilaria devolve a forma; a pintura devolve o acabamento. São trabalhos distintos, e fazer os dois bem é o que impede o reparo de aparecer meses depois.
Amassados, deformações e dano estrutural. O metal volta à forma original antes de qualquer massa — massa é acabamento fino, nunca substituto do trabalho de chapa.
Parcial ou total, com cor preparada pelo código de fábrica e ajustada no próprio carro. Aplicação em cabine, com o tempo de cura respeitado.
Reparo sem pintura: o metal volta ao lugar por trás da peça e a pintura de fábrica é preservada. Exige pintura íntegra e acesso pelo lado interno.
Ralados, trincas e deformações em plástico. Trinca precisa de reparo estrutural — solda plástica ou reforço interno — antes de qualquer acabamento.
Presilhas e encaixes quebrados costumam ser reconstituíveis. Sem eles a peça não assenta e volta a soltar, então esse detalhe muda o resultado.
Retirada de borrachas, frisos e acessórios antes de pintar. É o que garante pintura até a borda, em vez de linha de fita descascando em meses.
A gente olha, diz o que dá para fazer e quanto custa. De graça, sem compromisso — e sem você sair de casa.
Quando uma proposta está bem abaixo das outras, quase sempre alguma etapa saiu do processo. E o resultado aparece depois, quando refazer custa mais do que ter feito certo.
Peça sempre o mesmo de todas as oficinas: quais peças serão pintadas, o que será desmontado, se haverá acerto de tom no veículo e qual o prazo. Aí a comparação deixa de ser só por número.
Pintura nova continua curando depois de sair da cabine. Nesse período, alguns cuidados preservam a resistência final.
Cera, selante e cristalização selam a superfície e atrapalham a cura. Espere o prazo que indicamos.
Nada de polir a área nova nesse período, mesmo que apareça alguma marca leve.
Água e shampoo neutro. Nada de desengraxante ou produto agressivo na peça nova.
Resina e fezes de pássaro são ácidas e marcam pintura curada — em pintura nova, o efeito é pior.
O leva e traz é gratuito. Você combina o horário no WhatsApp e a gente resolve o resto.
Não. Quando o amassado não rompeu a pintura e há acesso por trás da peça, o martelinho de ouro pode resolver sem pintar — preservando a pintura de fábrica, que é a mais durável que o carro vai ter.
Recuperar costuma sair mais barato, porque peça nova também precisa ser pintada — ela chega crua ou em primer. A troca passa a fazer sentido quando falta um pedaço grande, quando os encaixes quebraram ou quando a deformação é severa demais.
Com acerto de tom feito no próprio veículo, sim. Preparar a tinta pelo código de fábrica não basta: a pintura do seu carro envelheceu ao sol e o tom mudou. O ajuste é feito comparando com a peça vizinha, no carro.
Reparo bem feito, não. O que derruba é reparo aparente: diferença de tom entre peças, folga irregular no encaixe, massa marcando com o tempo. É por isso que o acerto de cor e o acabamento importam tanto quanto o desamassado.
Depende do escopo. Serviço com pintura soma o tempo de cura, que não dá para acelerar sem comprometer a resistência. O prazo sai junto com o orçamento, e a gente cumpre o que combinou.
Orçamento por escrito, com escopo detalhado e prazo definido antes de começar.